domingo, 15 de fevereiro de 2026

Salvar e Servir

 


SALVAR E SERVIR

Oito passos para estruturar 

um clube de Desbravadores na igreja local.


Julio Gaya



Quando pensamos em Desbravadores, logo vem à mente um grupo de crianças e adolescentes alegres, dispostos e ávidos por conhecimento. O que fazer nessa hora? Como atender a essas necessidades? O que é preciso para que o clube de Desbravadores em sua igreja possa realmente “salvar do pecado e guiar no serviço”?

Para estabelecer um clube de Desbravadores, alguns passos necessitam ser dados a fim de que haja sucesso na sua estruturação e o projeto não tenha que parar por falta de organização e planejamento. É importante seguir cada uma destas etapas.

1. PREPARAÇÃO

Lembre-se de que o clube existe para ser um instrumento de salvação. Portanto, a primeira coisa a ser feita é orar, pedindo a autorização, a bênção e o cuidado de Deus. A liderança da igreja, representada pelo pastor do distrito e os membros de sua Comissão Diretiva, precisa ser consultada, pois o apoio dela por meio de orações e recursos é fundamental. Somente então é que se deve começar a “recrutar” os que farão parte de sua diretoria. Não faça nada sem ter a resposta de Deus para seu sonho e o voto de aprovação da igreja.

Na sequência, convide um grupo de membros batizados, maiores de 18 anos, em conformidade com a igreja e suas práticas, para compor com você o clube de Desbravadores que está nascendo.

2. DEFINIÇÕES INICIAIS

Quando nasce uma criança, ela precisa de um nome. Um clube também necessita ter essa identificação. Mas tome cuidado com o nome a ser escolhido, pois ele representará um clube, uma igreja, um distrito, uma cidade, uma Associação/Missão.

Após a definição do nome, desenhe a bandeira do seu clube com base nas cores e no logo que foi criado. Use a criatividade também para estabelecer um “grito de guerra” e formule o lema do clube, que é diferente do Lema dos Desbravadores (“O amor de Cristo me motiva”).

3. PLANEJAMENTO

É o processo de estabelecer objetivos, diretrizes e procedimentos para o trabalho que será realizado. Reúna o grupo, tendo em mãos os seguintes materiais de apoio: planejamento da Associação/Missão; planejamento da sua igreja/distrito; Manual Administrativo do Clube de Desbravadores; Manual de Especialidades; cartões das classes regulares; além de papel, canetas de diversas cores e muita disposição.

Ao planejar, lembre-se de que imprevistos acontecem. Se você fizer um planejamento com todas as datas preenchidas, poderá ter dificuldades com o calendário e a execução das tarefas, o que é tão ruim quanto não planejar. Portanto, deixe espaços e datas para futuros acertos e adaptações.

O planejamento precisa ter:

Objetivo geral. Qual é o objetivo para aquele ano/semestre? O objetivo geral deve ser apresentado em poucas palavras, em uma frase curta.

Objetivo especifico. É preciso especificar o objetivo geral, deixando claro onde se quer chegar com aquele planejamento.

Metas. Elas são pontos a ser alcançados. Você precisa planejar tanto metas espirituais quanto aquelas que tem que ver com a estrutura do clube, com a realização das classes regulares, eventos, especialidades e finanças.

Cronograma. Trata-se da organização do planejamento por datas.

4. CAPACITAÇÃO

É muito importante que cada um saiba sua função no clube de Desbravadores e execute suas responsabilidades de maneira organizada. Quanto mais parecido o clube for com um relógio, no qual cada um exerce seu papel sem atrapalhar o outro, mais rápido o clube vai se fortalecer.

Observe a função de cada um na diretoria:

Diretor. É aquele que supervisiona todas as atividades, sendo responsável pela organização do clube de Desbravadores, em parceria com sua equipe. Ele lidera o planejamento geral e acompanha o desenvolvimento das atividades em todos os níveis.

Diretores associados. São os corresponsáveis pela liderança do clube. A cada diretor associado será designada uma função. Isso inclui: planejamento das atividades de acampamento e excursões; manutenção do patrimônio; planejamento de eventos especiais; elaboração de projetos na natureza; desenvolvimento de classes regulares e especialidades; trabalho de relações públicas; conselho espiritual; entre outras que forem necessárias.

Secretário. Ao secretário do clube cabe apresentar os relatórios mensais para a Associação/Missão, bem como outros relatórios solicitados pelo diretor, regional ou pastor da igreja, depois de aprovados pela diretoria. Suas atribuições também incluem o controle da frequência de cada desbravador e o gerenciamento/armazenamento de todos os documentos, troféus, medalhas, materiais e outros pertences do clube.

Tesoureiro. Tem a responsabilidade de planejar e cuidar, em harmonia com o tesoureiro da igreja, de toda a movimentação financeira, apresentando à congregação e aos pais balanços trimestrais. Além disso, apoia na promoção de campanhas, visando à arrecadação de recursos para projetos e compra de materiais.

Capelão. É o coordenador de todas as atividades e projetos de desenvolvimento espiritual. Trabalhando em sintonia com os conselheiros das unidades, estabelece importantes pontes com as famílias dos desbravadores, além de manter ativa uma classe bíblica batismal.

Conselheiros. São escolhidos entre os jovens que atuam na liderança da igreja ou são membros da diretoria. Eles auxiliam a unidade nas várias atividades a ser desenvolvidas. Devem familiarizar-se com cada membro da unidade, conhecer os pais e as condições do lar de cada um; e ter discernimento para falar com os meninos e meninas sobre questões relacionadas ao caráter e à vida cristã. São designados conselheiros para os meninos e conselheiras para as meninas. É fundamental que estejam presentes em todas as reuniões. É o cargo mais importante do clube, já que estão em contato direto com os desbravadores.

O treinamento dos conselheiros deve incluir aulas sobre desenvolvimento infantil e conhecimento das características físicas, emocionais e de aprendizagem dos juvenis entre 10 e 15 anos. Também é importante prover orientações sobre planejamento para que sejam capazes de fazer e executar o programa das unidades. Dentro do conhecimento técnico, há cinco áreas que são a base de um bom clube de Desbravadores: Pioneiria (nós e amarras), cidadania (civismo), primeiros socorros, ordem unida e campismo.

5. RECRUTAMENTO

Terminando essa etapa inicial de capacitação, o próximo passo é solicitar ao pastor local e ao ancionato da igreja que seja realizado um culto dedicado à consagração da diretoria e dos conselheiros. Esse é um momento especial para reafirmar o objetivo do clube e interceder pelos desbravadores que virão.

Então é hora de começar a divulgação, que deve alcançar primeiro as crianças e os adolescentes da igreja, mas também das escolas do bairro e de igrejas evangélicas. Cartazes, faixas, panfletos e materiais para postagens nas mídias sociais podem ser adquiridos na Associação/Missão. Esses materiais explicam quem são os Desbravadores, onde haverá um clube e qual a data da inscrição.

Após um período de divulgação, que não deve ser inferior a 15 dias, deve ser promovido um domingo especial para que todos os que foram convidados possam ir até o local em que serão feitas as reuniões e lá se inscrevam no clube. Nessa ocasião, é muito importante ter a presença do pai ou responsável, que vai autorizar a participação do desbravador.

6. FORMAÇÃO DE UNIDADES

De agora em diante tudo deverá ser feito em unidades. Não se pode misturar meninos e meninas. Ao dividir as unidades leve em conta os seguintes fatores: sexo, idade, tamanho e grau de escolaridade. Também é importante considerar que cada unidade deverá ter um nome ligado ao nome do clube e uma cor diferente das cores do clube que não tenha sido escolhida por outra unidade. Outro item necessário é o grito de guerra, pois, além de identificar a unidade, ele une o grupo e o prepara para os desafios. Nesse grito deve-se ouvir o nome da unidade e palavras de motivação e ordem. Não se pode deixar também de estabelecer as “tradições” (pequenas regras que devem ser cumpridas por todos os membros da unidade, como, por exemplo, todos os desbravadores da unidade X serão sempre voluntários, ou todos os desbravadores da unidade Y serão prestativos em casa) e decidir qual será o lema da unidade.

7. REUNIÕES

Em todo planejamento feito pela diretoria é possível observar que existem datas relacionadas a programas que envolverão o clube como um todo (acampamentos, caminhadas, gincanas e concursos) e outras que dizem respeito às atividades das unidades especificamente. Quando o programa se limita à diretoria, chamamos de reunião extraordinária, e quando envolve as unidades, chamamos de reunião normal.

Toda reunião tem uma estrutura básica que dá segurança e organização ao clube. Sugiro que não sejam feitas grandes mudanças. O segredo está na continuidade. Para melhor desenvolvimento e aprendizado dos desbravadores, 75% das reuniões devem ser normais. Portanto, segue um modelo básico para esse tipo de encontro:

• Apresentação da unidade.

• Abertura da reunião com os ideais, hino dos Desbravadores e oração inicial.

• Classe bíblica.

• Cantinho da unidade, no qual se fará as classes, especialidades e os treinamentos especiais do desbravador, conforme o planejamento feito pelos conselheiros.

• Jogos e brincadeiras.

• Formação final.

• Recados.

• Oração final.

• Gritos de guerra do clube e das unidades.

8. UNIFORMES

O momento mais esperado pelo desbravador é quando ele veste pela primeira vez o uniforme de gala, um dos mais bonitos uniformes usados hoje em nossa sociedade.

Todo o regulamento para uniformização do seu clube está disponível na internet (clique aqui). Baixe, estude e aplique essas diretrizes para que o novo clube tenha uma uniformização espetacular.

Realizar o sonho de Deus por meio do Clube de Desbravadores é uma emoção única na vida de todo aquele que se envolve nesse magnífico ministério!

JULIO GAYA é pastor distrital em Tatuí (SP)

Fontes: Regulamento de Uniforme de Desbravadores – Ministério dos Desbravadores da DSA (2020); e Do Sonho ao Sucesso (2011).

(Texto publicado na Revista Adventista de setembro/2023)

 




sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Sedes de Acampamentos Adventista

 


SEDES DE ACAMPAMENTOS

ADVENTISTA

 

 

Durante o final da Década de 40, os Líderes da Igreja Adventista junto com os Departamentais de Jovens da época, começaram a promover para a Juventude Adventista os “Acampamentos Culturais”, dos quais proporcionavam excelentes oportunidades para a formação espiritual, bem como para a capacitação Missionária da Juventude, visando o cumprimento das atividade diárias e o exercícios dos ideais dos Missionários Voluntários. Em virtude disso foram necessários locais para ter o Acampamentos. 

Porém com o decorrer e passar dos anos a Igreja Adventista passou a adquirir e ganhar áreas para os Acampamentos, Camporis, Aventuris, Campais, Etc

Veja a partir de agora como foram adquiridos cada Sedes de Acampamentos Adventistas e como essas áreas são importantes, para os grandes eventos de nossa Igreja. 

Onde se lê RA - leia Revista Adventista, de onde essas informações foram retiradas. 

 

Satulina – Rio de Janeiro

 

Vendo a grande importância de promover o Acampamento para a Juventude Adventista, a antiga Associação Rio-Minas, adquiriu no ano de 1953, uma linda Chácara (atual Acampamento de Satulina), próximo a Fazenda Penedo e ao Parque Nacional de Itatiaia, a 5 quilometros da Cidade Fluminense de Resende – RJ. 


Local do 1º Acampamento Cultural


A propriedade foi comprada dos irmãos filandeses (Toivo e Lilian Assilainen), que alegremente
  venderam para favorecer os Jovens Adventistas pela metade do valor (CR$ 200.000,00 Duzentos mil Cruzeiros). Esta se tornou a primeira Sede de Acampamento de toda a Divisão Sul Americana e ali no período de 02 a 09 de Agosto de 1953, foi realizado, o primeiro Acampamento Cultural na nova Sede, com 70 Jovens que participaram de atividades culturais , recreativas e espirituais. 











 








RA Janeiro de 1954 páginas 7 e 8

Repartimento – Maués

Amazonas

 

Por volta de 1956. A Missão Central Amazonas, criou uma Sede de Acampamentos Culturais para a Juventude Adventista em seu vasto território. O local denominado de “Repartimento”, localizado próximo a Cidade de Maués, foi doado pelos irmãos Petrônio e Teodomiro Muniz, que construiam três barracões para hospedagem. 






Assim, nos dias 14 a 24 de Dezembro de 1956, cerca de 160 jovens provenientes de Manaus, Paraná do Eva, Novo Remanso, Curupira, Jurará, Parentins, Ponta Alegre, Maués, Itacoatiara, Centenário e Castanhal chegaram a nova Sede para o Acampamento Cultural do Campo. 









RA Junho de 1957, página 11 e 12; RA Fevereiro de 1959, páginas 26 a 28; RA Março de 1959, página 28 e RA Fevereiro de 1962, página 20  

 

 Guarapari – Espírito Santo

Em 1957, a Associação Espírito Santense demonstrando grande interesse pelo bem estar da sua juventude adquiriu uma Sede de Acampamento, um terreno de 100 mil metros no Município de Guarapari, com frente para o mar numa extensão de quinhentos metros de linda e reservada praia. 




Neste local é que foi realizado o 1º Acampamento Cultural da Associação Espírito Santense, na Semana do Carnaval de 1958. O evento foi coordenado pelo Professor Waldemar Groeschel, auxiliado pelo Pastor Kanna. Dentre as atividades destacavam-se os Sermões, as Classes de Especialidades, trabalhos em Couros, Estrelas e Natação, a Classe de Liderança MV e a hora de Fogueira. O Acampamento de Guarapari tornou-se ao longo de décadas um dos locais mais procurados por Associações e Igrejas em todo o Brasil. 







RA Julho de 1957 , páginas 9 e 10, 23; RA Junho de 1958, página 32; RA Março de 1960, página 34 e 37; RA Abril de 1962, página 26


 Florianópolis

Santa Catarina 


Em Maio de 1963, a Missão Catarinense, comprou sua Sede de Acampamentos permanentes na Praia de Itapema, a 500 metros da Rodovia Federal Florianópolis-Curitiba. As Sociedades MV do Campo ajudaram no preparo, nas construções dos alojamentos e contribuiram com generosas ofertas para o Acampamento. 

 


Primeiro Acampamento MV


No dia 29 de Dezembro a 04 de Janeiro foi realizado o 1º Acampamento MV na nova Sede. . Entre os dias 24 a 30 de Janeiro de 1965, foi realizado em Itapema o 4º Acampamento Cultural e Recreativo da Missão Catarinense, sob a liderança dos Pastores João Wolff e Francisco Nunes Siqueira, Diretores MV da USB e DSA. 









RA Janeiro de 1965, página 24; RA Maio de 1965, página 18; RA Dezembro de 1970, página 32 e RA Janeiro de 1971, página 31.

 

 Cotia – São Paulo

"Há muitos anos que a juventude adventista da Capital de São Paulo sonhava com um centro de recreações em contato com a Natureza, onde pudesse ter suas atividades físicas, culturais e espirituais, a exemplo do que vêm fazendo outras Associações e Missões de nosso querido Brasil. O Pastor Assad Bechara, departamental dos jovens, e o Pastor S. Genske, presidente da Associação Paulista, foram incansáveis na luta para a solução deste magno problema que preocupava seriamente as famílias adventistas paulistanas."

 

Casal Mario e Guiomar Silva assinando a doação

Assim sendo, no dia 06 de Março de 1967 a Associação Paulista recebeu a doação de uma área de 16.200 metros quadrados em Cotia, destinada aos Jovens Adventistas, ao qual foi denominada de Centro Adventista de Recreação (C.A.R.). O aprazível lugar foi doado pelo casal Mario e Guiomar Silva, membros da Igreja do Portão em Cotia. O generoso gesto veio suprir um sonho a tanto acalentado pela Juventude Paulista de ter uma Sede Permanente para atividades Físicas, Culturais e Espirituais. Sua Inauguração foi no dia 10 de Dezembro de 1967.  







RA Outubro de 1967, página 26; RA Março de 1968, página 30

 

Foz do Iguaçu – Paraná

 


Em 1969, foi adquirido pela Associação Paranaense um terreno de 70 mil metros quadrados, Em Foz do Iguaçu, tendo em vista a construção de uma Sede de Acampamento MV para receber jovens de todo o Brasil. 





No dia 22 de Maio de 1977, foi lançada a Pedra Fundamental das Instalações do Acampamento e no dia 19 de Julho de 1979 foi inaugurado.

Foi nesta área que foi realizado o I Campori da Divisão Sul Americana no ano de 1983/1984





Atualmente






RA Setembro de 1969, página 29; RA Outubro de 1969, página 29; RA Dezembro de 1969, página 37; RA Novembro de 1970, página 32; RA Julho de 1977, páginas 17 e 18; RA Julho de 1978, páginas 21 e 22; RA Fevereiro de 1979, página 36; RA Maio de 1979, página 20; RA Agosto de 1979, página 26 e 27

 

Itaipava – Eldorado

São Paulo

 

Em 1971, a Associação Paulista aprovou e adquiriu a compra da Fazenda Itaipava, uma área de 45 alqueires, em Eldorado – SP, perto da Rodovia Regis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba, nas proximidades da Caverna do Diabo, visando a construção de uma nova Sede Permanente de Acampamento para a Juventude Paulista. . 

Chegada dos participantes do 1º Acampamento em Itaipava

O primeiro Acampamento em Itaipava foi realizado em Fevereiro de 1972, reunindo Jovens de São Paulo e Paraná, para participar do 1º Instituto Bíblico MV do Brasil, promovido pela União Sul Brasileira. O Acampamentos enfatizou o estudo, dedicando 4 horas diárias de Estudos da Bíblia e do Espírito de Profecia. Para tanto os acampantes receberam um Manual de Orientações dos Estudos e foram divididos em grupos de 6 ou 7 pessoas, para ler e trocar idéias sobre os textos do Espírito de Profecia. No período da tarde o tempo era dedicado ao descanso, leitura, ensaios, esportes, banho na cachoeira e pingue pongue. Estiveram presentes os Pastores Rodolpho Gorski, Wilson Sarli, Claudio Belz, Eser Girotto, Edgard Bergold e Stanley Hagen. Finalmente, no dia 26 de Novembro de 1972, a Associação Paulista inaugurou oficialmente o Acampamento de Itaipava. Em 2012 a Fazenda Itaipava teve seu nome alterado para Centro Adventista de Treinamento e Recreação (CATRE SP).








RA Junho de 1971, página 32; RA Maio de 1972, página 31; RA Junho de 1972, páginas 12 e 13; RA Dezembro de 1972, página 27; RA Março de 1973, página 28; RA Abril de 1973, página 27.

 

Campestre

Santo Antonio da Patrulha 

Rio Grande do Sul

A Sede de Acampamento de Campestre foi inaugurada em 25 de Agosto de 1973 e esta localizada na Zona Rural de Santo Antonio da Patrulha, no Rio Grande do Sul e foi adquirida devido ao grande crescimento de Jovens Adventistas daquele território.







O Local foi todo preparado para receber Campais, Congressos, Cursos e Treinamentos. A Sede de Acampamento de Campestre esta situado numa soberba área de 10 hectares de boa terra, a 100 KM de Porto Alegre e que oferece muita comodidades, como: Apartamentos, Cozinha Moderna, Refeitório, além de muitas belezas naturais, como lago, capela natural encravada numa rocha.  







 

RA Junho de 1977, RA Julho de 1978, RA Janeiro de 1978, RA Agosto de 1979, RA Outubro de 1978

 

 Tinguá – Rio de Janeiro

Em Outubro de 1976, a Associação Rio-Minas adquiriu uma nova área de 77 mil metros quadrados em Tinguá, no Município de Nova Iguaçu, para a construção do segundo acampamentos de Jovens do Campo.

Essa área de Tinguá foi vendida e atualmente a Igreja esta adquirindo uma nova área em Xerém, onde estão trabalhando na documentação. Na área já existe banheiro com capacidade para mil pessoas e um auditório para 100 pessoas e algumas salas. 

RA Janeiro de 1977.


Analândia – São Paulo

No dia 19 de Maio de 1983, a Associação Paulista Oeste, comprou um terreno para ser a Sede de Acampamento JA, localizado na Serra da Bocaina, entre as Cidades de São Carlos e Analândia, Interior Paulista.

A propriedade é formada por 15 alqueires rodeadas de montanhas com cachoeiras e mata virgem  e foi adquirida no valor de CR$ 15 milhões. Essa importância  foi doada especificamente para esse fim por Sergio Candido Pereira, Adventista Brasileiro residente em Nova Iorque, EUA.

A Associação projetou construir no local Refeitório, Capela, Cozinha, Dormitórios, 8 Cabanas para alojar oito pessoas, Caixa D’Água para 70 mil Litros, piscinas, Vestiários, 5 Canchas de Esportes, Lago, Pomar, Área de Camping, Bosque, Pasto para Cavalos e Mastros para Bandeiras.














RA Agosto de 1983, página 27

 

Araçoiaba da Serra – São Paulo

 O projeto propriamente dito começou em Setembro de 1984, quando a irmã Ester Stocler Benevides telefonou para a Associação falando que uma amiga queria doar “uma terras” para a Igreja. Essa amiga era a Sra. Josephina Carnielli Benedicto, que com seu esposo, tinham o sonho de dedicar aquela propriedade para o bem dos necessitados. A gleba de terra era um sítio com 16 alqueires de terra.

A Sra. Josephina já tinha tentado doar as terras, para outras entidades religiosas, mas nenhuma quis aceitar. Pois uma de suas exigências era que quem aceitasse deveria se comprometer a iniciar as construções, no prazo de um ano.



O Pastor Derly Gorski se interessou pela proposta e após um ano e dois meses de negociação, no dia 23 de Novembro de 1985, a Sra. Josephina passou a escritura dos 3 terrenos e doou com a cooperação de vários familiares, a então significativa importância de CR$ 300 milhões.

Em 23 de Novembro de 1986 foi realizado o Lançamento da Pedra Fundamental do Projeto Palma (Plano de Assistência e Lar ao Menor Abandonado) e no dia 27 de Maio de 1990 foi Inaugurado.



Dessas 3 áreas doadas uma delas é onde hoje esta localizado o CTA - Centro de Treinamento Adventista, em Araçoiaba da Serra, com área de 368.314,64 m2, que conta com uma estrutura de hotelaria, restaurante, auditório e uma área de Camping, além de uma arena de eventos com capacidade para até 2000 pessoas. Além disso a salas de apoio, lazer completo, salas de jogos, academia, camping e muito mais.

Hoje esse complexo recebe o nome de Camping Pastor José Maria














 










RA Março de 1990, página 35 e RA Julho de 1990, Página 17 e 20


Caucaia do Alto – Cotia

São Paulo



A chuva e o frio do domingo, dia 02 de Junho de 2013, não foram suficientes para impedir que o Deputado Estadual Vitor Sapienza (PPS) de ir até Caucaia do Alto, Distrito de Cotia, para a cerimônia de entrega e lançamento da Pedra Fundamental de um terreno doado, por ele e por seu amigo Roberto Chiaverini, para a Igreja Adventista, que foi batizado de Camping José Silvestre


Esse dia foi marcante para a Associação Paulistana, pois a mesma recebeu um terreno de mais de 185 mil metros quadrados, como doação da família do Deputado Estadual Vitor Sapienza. O local fica a menos de 50 quilometros da Cidade de São Paulo, e cerca de 10 da Rodovia Raposo Tavares, o que facilita bastante o acesso.




O novo camping será utilizado principalmente pelo Ministério Jovem para fazerem programações como camporis, aventuris, entre outros. “Tenho visto pessoas colaborando tremendamente para a Obra Adventista e para o trabalho com o jovens. Fico satisfeito em ver a ação de Deus por intermédio dessas pessoas”, disse o pastor José Ricardo Ceribeli, Departamental do Ministério Jovem da Associação Paulistana. 

Empolgado com o projeto, o parlamentar paulista prestigiou o evento e declarou seu apoio à iniciativa que será desenvolvida pelos diretores da religião no local. "Quando eles me procuraram, pensei que seria algo grande, mas não tão grande. Gostei do projeto e espero que essa iniciativa seja a precursora de muitas outras que precisam ser desenvolvidas na região", comentou Sapienza.

Embora seja católico praticante, o trabalho desenvolvido pela entidade evangélica chamou a atenção de Vitor Sapienza e despertou, no parlamentar paulista, a vontade de colaborar.

ASN – Agência Sul Americana de Noticias