quinta-feira, 6 de maio de 2021

Desfile Rose Parade

 

Rose Parade

 

A Rose Parade, ou Desfile do Torneio das Rosas (Tournament of Roses Parade em inglês) é um evento cultural dos Estados Unidos da América. Foi realizado pela primeira vez no dia 1 de janeiro de 1890 em Pasadena (Califórnia), 13 quilômetros (8 milhas) ao norte do Centro de Los Angeles. É o desfile anual mais popular dos Estados Unidos, que se celebra sempre no ano-novo, exceto quando este cai no domingo. Nesse caso, o torneio é celebrado na segunda-feira seguinte, 2 de janeiro. Esta situação se deu pela primeira vez em 1893. Tradicionalmente, o desfile é retransmitido por várias cadeias de televisão locais, nacionais e internacionais, com milhares de telespectadores vendo alegorias e as pessoas pela rua.


Os Desbravadores Norte Americanos participaram da Parada nos anos com o seguintes carros: 

 

 1991


O Carro Alegórico da Rose Parade de 1991. A Igreja Adventista do Sétimo Dia ganhou o troféu Lathrop K. Leishman (prêmio de melhor organização sem fins lucrativos).

1992


O Carro Alegórico da Rose Parade de 1992. A Igreja Adventista do Sétimo Dia ganhou o troféu Nacional (Melhor representação da Vida nos Estados Unidos). 

 

 

1993

 

O carro alegórico da Rose Parade de 1993. A Igreja Adventista do Sétimo Dia ganhou Witness Through Roses (Retratando o Desfrutar e o Cuidar da Natureza).

 

 

Fotos cortesia de Norman Middag e da Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia.





 


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Conheça a História dos Pins e Bótons nos Desbravadores

 

Pins


Origens das Trocas de Bótons e Pins e como ela começou no Clube de Desbravadores



Conheça a História da Origem dos Pins 

no Brasil e no Estados Unidos

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A troca de Pins teve sua origem nos Jogos Olímpicos. Já nos primeiros Jogos Olímpicos modernos em 1896, os atletas e oficiais usavam crachás especiais para que pudessem ser visualmente reconhecidos como representantes de um país específico. Em 1906, a Suécia foi o primeiro país a usar suas cores nacionais nos emblemas. Os outros países logo o seguiram e se tornou a maneira padrão de fazer as coisas. Em seguida, os atletas passaram a usar distintivos com suas cores nacionais e, logo em seguida, atletas de diferentes países passaram a trocar distintivos entre si como símbolo de união. Com o passar do tempo, eles se tornaram os pins que conhecemos hoje. A primeira vez que os espectadores puderam coletar e trocar distintivos nas Olimpíadas foi em 1980. A troca de distintivos rapidamente se tornou muito popular e hoje é considerado “o esporte de espectador número um dos Jogos Olímpicos”. A coleta e troca de distintivos se espalhou e se tornou uma atividade e hobby popular em muitos locais além das Olimpíadas. No entanto, o comércio de alfinetes como hobby deve sua existência aos emblemas originais usados ​​nos primeiros Jogos Olímpicos, bem como às mudanças que se seguiram. Sem isso, não teríamos a troca de alfinetes como a conhecemos hoje.

Como a Troca de Pins

começou nos Desbravadores




A troca de Pins nos Desbravadores começou no primeiro Campori de Desbravadores da Divisão Norte-Americana (NAD) em Camp Hale, Colorado, em 1985.

Les Pitton era o Diretor Juvenil da NAD (Divisão Norte Americana) e Norm Middag foi designado como Presidente do Comitê Coordenador do Campori. O comitê decidiu que, como parte do programa do campori, eles pediriam a cada clube que trouxesse algo pequeno como um distintivo ou outro item pequeno que representasse a área em que viviam. Desbravadores de clubes diferentes podiam então trocar itens entre si como uma forma de encorajá-los a conhecer novas pessoas e fazer novos amigos. Neste primeiro campori havia mais pins feitos de plástico e outros itens feitos à mão do que pins de metal naquele primeiro grande campori, mas rapidamente ficou claro que os pins de metal eram alguns dos itens de troca mais populares. Havia apenas alguns distintivos de desbravadores ou de camporis específicos em Camp Hale. 

Depois desse primeiro grande campori de desbravadores, se tornou-se uma atividade muito popular nos Camporis Internacionais. Logo as Divisões, Uniões, Associações e muitos clubes e até individualmente começaram a fabricar e a criar pins de metal para troca e colecionismo.

Muitos dos pins tornaram-se mais sofisticados e elaborados com partes brilhantes, móveis,luzes, giratórios, quebra-cabeça, jogos (sets) e etc proporcionando mais diversão e emoção.

Norm Middag também foi o criador dos carros alegóricos “Witness Through Rose Parade”, “Testemunhando por Meio da Parada das Rosa” de 1991, 1992 e 1993, patrocinados e decorados por Desbravadores. Distintivos especiais representando os carros alegóricos foram feitos para cada um dos três anos em que a Igreja Adventista do Sétimo Dia teve um carro alegórico, com o propósito de troca de pins no Tournament of Roses Parade (Desfile das Rosas), muito conhecido nos Estados Unidos.

Em 1996, foi criada o Curso de Intercâmbio de Pins para Desbravadores e foi introduzida por John Swafford, Diretor de Desbravadores para a Associação Geórgia-Cumberland, localizada na União Sul da Divisão Norte Americana. John e sua família assistiram aos Jogos Olímpicos de Verão em Atlanta naquele ano, onde o intercâmbio de troca de pins era uma atividade muito popular, e eles foram para um Curso de Troca de Pins ministrado pela Coca Cola, que ensinava como negociar com os distintivos. Ele decidiu que seria uma boa ideia formar um “Curso de Troca de Pins para Desbravadores” para oferecer diretrizes aos desbravadores, já que alguns indivíduos estavam abusando da troca de pins.

O 1º Curso para ensinar como trocar pins para Desbravadores aconteceu em Outubro de 1996, no Campori da União Sul, em Cherokee, na Carolina do Norte.

John e sua família ensinaram em um salão onde se promoveu a idéia de “Divertir-se, Ser Justo e Ser Amigável”  com a ajuda de um vídeo feito por Jamie Arnall, Fred Fuller e o pessoal do Acampamento de de Cohutta Springs. Os que assistiram às aulas receberam um Pin que dizia “Pin Trading School” (Escola de Intercâmbio de Pins), um Certificado de Participação e um lápis personalizado com a frase “Fun Fair Friendly” (Divirta-se, Ser Justo e ser Amigável). A Associação de Georgia-Cumberland patrocinou o Curso de Intercâmbio de Pins para Desbravadores em toda Associação, na União Sul e nos Camporis Internacionais desde seu começo até hoje.



Veja Aqui Lindos Pins da Coleção do Museu Mundial da Juventude Adventista

 

A História dos Pins, Bótons,e Broches no Brasil e nos Estados Unidos

 

Pins

Conheça a Origens

 

Os Bótons, Pins, Broches surgiram nos Estados Unidos por volta de 1860, onde foram amplamente utilizados em campanhas políticas da época. Muitos foram os candidatos que utilizaram este tipo de Marketing, onde conseguiram distinguir seus eleitores em meio à multidão.

 

Veja Bótons Políticos de diferente épocas:



Conhecidos por vários nomes como Boton, Button, Botton Americano, Button Badge, Boton, Bóton, Badge, Pins ou Broches, fizeram e fazem sucesso até os dias atuais.

 

A Empresa Whitehead and Hoag, Co. de New Jersey (USA) obteve a patente celulóide em 1896, um composto de alta qualidades, transparente e de fina espessura, responsável pela cobertura da impressão, permitindo a produção de bottons mais modernos e baratos, os bottons eram fabricados com um disco metálico com impressão colorida em papel e aplicação de celulóide sobre a foto, semelhante aos modelos de hoje que utilizam o acetato em sua cobertura.

A corrida presidencial de “McKinley Brian” no ano de 1896 ajudou a popularizar os botos de forma extraordinária, onde sua foto foi espalhada para milhares de pessoas, a partir deste ano os bottons passaram a fazer parte da história, espalhando-se rapidamente pelo mundo, por sua origem, até hoje, em muitos países, este produto recebe o nome de botton americano.


Mahatma Ghandi também foi um dos Pioneiros na utilização de bottons em sua campanha pela Independência da Índia, no ano de 1907.


Os Bóttons foram muito utilizados no início dos anos 70. Por estudantes, hippies e músicos, muitas vezes como símbolo de protesto. John Lennon amava bóttons, sentia neles uma forma de expressão.

Foi com a chegada de alguns conjuntos de Rock e Punks em 1976, no entanto, que aquilo virou essencial de moda.


Os Bótons mais antigos do Brasil conhecidos são os da Campanha Presidencial de 1910, trazendo os candidatos Marechal Hermes da Fonseca (9º Presidente Brasileiro) e Rui Barbosa.


 Jânio Quadros distribuindo vassourinhas


Outro Pin muito conhecido no Brasil e que na época virou “febre” foi a Vassourinha na Candidatura a Presidente do Brasil, no ano de 1960, dado por Jânio Quadros. Inclusive havia uma música que tocava enquanto seus adeptos e ele próprio entregava. A Vassoura virou símbolo de sua campanha. Naquela época a Vassourinha simbolizava a limpeza que ele gostaria de fazer no poder. Ele venceu, porém permaneceu no poder apenas por 7 meses e renunciou.


Grandes empresas como Coca Cola, Volkswagen, McDonald, Avon, passaram a utilizar bótton em suas campanhas de marketing como meio de divulgação ou reconhecimento aos seus funcionários. Com imagens fotográficas nítidas, os bóttons fazem parte de muitas campanhas de marketing se diferenciando dos pins em metal que geralmente recebem esmalte colorido em seus relevos, estes recebem fotos com impressão em cromia, conseguindo transmitir a imagem real da campanha em seus menores detalhes. 

No Brasil os bóttons foram popularizados nas dimensões: 22 mm. 35 mm, 45 mm, 55 mm e 65 mm, sendo que os que são mais utilizados medem 35 mm e 45 mm. 





sexta-feira, 2 de abril de 2021

O Maior Lenço de Desbravadores do Mundo

 Desbravadores buscam quebrar o recorde mundial do Guinness no Campori Internacional



O que é considerado o maior lenço e prendedor de lenço do mundo chega a Oshkosh, Wisconsin.

 

Durante o Campori Internacional de Desbravadores “Chosen” em Oshkosh, no Wisconsin, no Estados Unidos, mais precisamente no dia 17 de Agosto de 2019, foi erguido o Maior Lenço de Desbravadores do Mundo e seu Prendedor de Lenço, durante a Investidura.

 

Medindo cerca de 300 pés (91 metros) de ponta a ponta e 150 pés (46 metros) do centro à ponta traseira, a porção do lenço foi criada por desbravadores no Texas e pesa aproximadamente 800 libras (360 kg). O escudo para o prendedor, projetado pelos membros da Associação dos Adventistas do Sétimo Dia de Arkansas Louisiana, mede cerca de 3 metros de altura e pesa cerca de 227 quilos.



A chegada do Maior Lenço de Desbravadores do Mundo no Camporee Internacional de Oshkosh. Sendo levado com a alegria pelos líderes e Desbravadores. 



No International Pathfinder Camporee em Oshkosh, Wisconsin, Estados Unidos, voluntários ajudam a desenrolar um lenço de pescoço Pathfinder de 91 metros de comprimento, considerado o maior do mundo. 




Vista parcial de um enorme lenço de pescoço, enquanto voluntários ajudam a desenrolá-lo no International Pathfinder Camporee em Oshkosh, Wisconsin, Estados Unidos, em 12 de agosto de 2019. 

Marilyn Boismier, coordenadora de Desbravadores da Conferência dos Adventistas do Sétimo Dia do Texas; Ruben Albarran, coodenador dos Desbravadores da área da Texas Conference North Dallas; e Lloyd Clapp, diretor aposentado do Conference Pathfinder de Arkansas-Louisiana, elaborou a logística do enorme empreendimento. 

“Este projeto me atraiu”, disse Boismier, “porque gosto de fazer coisas e gosto de matemática; o design foi um exercício de matemática ”. Os designers, Boismier e Clapp, trabalharam em conceitos e cálculos, consultando outros, precificando materiais e orando antes de estarem prontos para a fase de ação. Tanto o lenço quanto o prendedor foram concluídos em etapas e consistiam em projetos menores e separados para colocá-los juntos. 

Depois que Boismier acertou os detalhes, ela passou o projeto para Albarran, que recrutou cerca de 250 desbravadores do norte do Texas para costurar o lenço juntos, principalmente no Centro de Vida Familiar da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Richardson em Richardson, Texas.

O processo exigiu um esforço de grupo, com uma média de 7 a 10 pessoas por dia aparecendo para criar o que Boismier descreve como uma "linha de montagem" para prender e costurar as 64 peças de poli-algodão, que totalizaram aproximadamente 800 libras (360 quilogramas) de tecido.

O que começou em abril de 2019 foi concluído no Celebration Park em Allen, Texas, no domingo, 28 de julho, onde mais de 100 voluntários desenrolaram o lenço e o seguraram para as costureiras fazerem as costuras finais.

Na Louisiana, Clapp trabalhou na logística do escorregador. “O design que acabamos criando foi colocar o escudo na frente do escorregador com três aros na parte de trás para passar o lenço por ele”, disse Clapp. O maior desafio foi descobrir como fazer os aros na parte de trás. “Tínhamos planejado usar tubos de 5 centímetros [2 polegadas] em um círculo de 2 metros [6 pés], mas cada vez que contatávamos fornecedores em potencial, era muito caro. Então, oramos sobre isso, e Deus nos deu a idéia dos anéis de feno. Então, encontrei um fornecedor que os deu a nós por um preço muito razoável. ”

O projeto do prendedor de lenço levou cerca de quatro semanas do conceito à conclusão e envolveu a ajuda de oito indivíduos qualificados, incluindo soldadores, fabricantes e designers de sinalização.

Tanto o lenço quanto o prendedor de lenço estão programados para serem exibidos no sábado (sábado), dia 17 de agosto, durante o Serviço de Investidura, por meio de dois grandes guindastes.