sábado, 19 de agosto de 2023

Entrevista Pastor Leo Ranzolin

 

Entrevista

Pastor Leo Ranzolin




Veja a reportagem e a entrevista dada ao correspondente Lucas Rocha e Equipe da ASN, quando o Pastor Leo Ranzolin esteve no Brasil para participar do IV Campori da Divisão Sul Americana em Barretos - SP e onde esteve todos os dias no Museu da Divisão Sul Americana, 

O pastor Léo Ranzolin dedicou 20 dos seus quase 90 anos de vida à liderança de jovens adventistas. Desde o segundo ano do curso de Teologia, quando foi designado para liderar uma Liga Volante, até a sua aposentadoria, ele se empenhou em salvar jovens do pecado e guia-los no serviço. Durante este período, presenciou o crescimento e consolidação do Clube de Desbravadores em várias partes do mundo, inclusive do Brasil, principalmente após 1975, ano em que o movimento completou 25 anos nos Estados Unidos. Na época, ele era o associado do então líder de jovens adventistas para o mundo, pastor John Hancock, responsável pela parte de desbravadores e acampamentos. Ranzolin ajudou a organizar diretamente o primeiro Campori Sul-Americano de Desbravadores, em 1983, na condição de líder mundial dos jovens, cargo a que fora designado três anos antes, se tornando o terceiro - sendo o primeiro brasileiro - a ocupar a posição. Um líder que aponta exatamente para a formação de líderes como o principal desafio dos desbravadores em território sul-americano.

Quando começou a sua história com os desbravadores?

Pastor Léo Ranzolin - Em 1956, quando voltei dos Estados Unidos, onde estudei, para o Brasil e fui eleito diretor de jovens da então Associação Paraná-Santa Catarina. Ali teve início meu interesse em trabalhar com a juventude, que se organizava na chamada Liga Volante. Naquele tempo não havia Clube de Desbravadores da forma como conhecemos hoje. Depois de um tempo, no Instituto Adventista de Ensino (IAE) fui presidente da Liga dos Jovens, naquela época conhecida como Missionários Voluntários (MV).

Quando teve início seu trabalho com os jovens no mundo?

LR - Mundialmente, minha história com os Desbravadores começa em 1970, quando fui eleito o primeiro brasileiro a trabalhar no departamento de Jovens da Igreja. O pastor John Hancock era o líder de jovens e me colocou para trabalhar como seu associado, com responsabilidade para desbravadores e acampamentos. Ali começou o período de 10 anos da minha vida em que eu trabalhei diretamente com os desbravadores e, em 1980, fui eleito diretor do departamento.

Olhando retrospectivamente, não ter sido um desbravador foi uma frustração?

LR - Eu não fui desbravador pois quando surgiu o clube no Brasil não tinha mais idade para ser. Mesmo se eu quisesse não daria para ser. Mas não foi uma frustração porque eu me envolvi muito com os jovens e desbravadores quando mais velho. Meus filhos, todos eles, foram e trabalharam com isso. Não tive o prazer de ter sido entre 10 e 15 anos. Minha fase foi diferente, mas foi muito gostoso também.

Qual foi o primeiro Campori que o senhor organizou?

LR - Antigamente nós não tínhamos a cultura de fazer grandes acampamentos. Tanto que o primeiro Campori Sul-Americano foi só em 1983, que foi o primeiro Campori em que eu estive diretamente envolvido na organização.

Dos três mil e quinhentos participantes no primeiro Campori Sul-Americano, em 1983, para hoje na Divisão Sul Americana 289.811 Desbravadores. Foi um crescimento gigantesco. O que falar desse crescimento? Ainda existem desafios?

LR - Quando eu cheguei nos Estados Unidos, fiquei desapontado, pois o movimento de desbravadores era forte somente ali. Só em 1975, quando celebramos o Jubileu de Prata, nós deslanchamos em outras partes do mundo, especialmente aqui no Brasil. O segredo para crescer foram os cursos de liderança que formaram líderes, pessoas que dedicam muitas vezes a vida inteira aos desbravadores. Fazer com que o desbravador se torne um líder: este é o grande desafio.

ASN - O senhor batalhou para que os desbravadores se desenvolvessem em outros lugares fora dos Estados Unidos, como aqui no Brasil. Hoje, é o Brasil que trabalha para desenvolver os desbravadores em outros países, como o exemplo do casal Marcos Eduardo e Ana Paula Lima, que irão ao Egito logo após o Campori. Como o senhor vê esse desenvolvimento?

LR - Uma coisa interessante é que em 1969, o primeiro estudante missionário no Brasil ajudou a desenvolver o clube de desbravadores. Hoje ele está há anos como líder de desbravador. Essa é uma vantagem do movimento, que não há perda de líderes.

ASN – O senhor dedicou 20 anos de sua vida aos jovens. Por quê? Como explicar essa paixão?

LR - Tudo começou quando eu era estudante. Fui líder do MV desde o segundo ano do curso de Teologia, em uma época em que só quem estava no quarto ano era colocado para liderar. Aquilo desenvolveu meu gosto em trabalhar com os jovens. Trabalhei com eles por meio das Ligas Volantes, em São Paulo, e em Maringá, onde eu era responsável por seis igrejas. Aquilo foi se desenvolvendo de tal forma que eu fui chamado para ser diretor de jovens na Associação Paraná-Santa Catarina. Mas eu fui estudar nos Estados Unidos. Foi bom porque que eu me preparei, aprendi o inglês, que me ajudou muito na preparação de materiais, que eram traduzidos. São fatores que desenvolveram minha paixão pelos jovens.

ASN - Pelo trabalho realizado em prol dos desbravadores, foi criada uma comenda com o seu nome. Qual o sentimento?

LR - Eu me senti muito honrado e digo humildemente que me marcou muito o povo do meu país se lembrar de mim, um líder aposentado. Foi realmente surpreendente, uma surpresa positiva ver o apoio dos atuais líderes para aqueles que trabalharam no passado como o pastor José Maria e Assad Bechara. Espero que no futuro eles também sejam reconhecidos. É um privilégio receber essa homenagem.

ASN - O que mais lhe marcou até agora neste Campori de Barretos 2014?

LR - O comportamento dos jovens. O próprio governador do Estado [de São Paulo], quando esteve aqui, elogiou o comportamento desses desbravadores. As pessoas que trabalham aqui no Parque do Peão estão impressionadas com nossos jovens. Quando cheguei no evento, vi 35 mil desbravadores, o maior Campori da minha vida, e poder sentir a amizade, o calor, o respeito, a disciplina e o entusiasmo é inspirador. Eu volto para casa e vou transmitir para os Estados Unidos e para o mundo o que vi aqui.

 E.T.- Com algumas atualizações 




quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Clubes de Desbravadores Mais Antigos da União Sul Brasileira

 

União Sul Brasileira


Desbravadores é Aqui, realizou uma pesquisa com apoio dos Clubes de Desbravadores da União Sul Brasileira, onde aqui mostraremos os Clubes mais antigos por Associação, sua História, seus Fundadores e os Diretores que compuseram sua História. Toda essa pesquisa demorou muitos meses para serem realizadas pois necessitou muitas coisas a serem pesquisado com familiares inclusive de pessoas que já descansam no Senhor, porém jamais poderíamos deixar de aqui mostrar.  

Clique nos nomes dos Clube

Associação Catarinense

AC – Eldorado

AC – Vigilantes

AC – Belveder

AC – Itaçu

AC – União

AC – Tordesilhas

AC – Luzeiros

AC – Ouro Negro

AC – Heróis da Fé

AC – Maanaim

AC – Canaã

AC – Pedra Branca

AC – Guerreiros da Fé

Associação Norte Catarinense

ANC – Cruzeiro do Sul

ANC – Corujão

ANC – Everest

ANC – Alfa

ANC – Mirante

ANC – Guardiões do Rei

ANC – Maranata

ANC – Novo Horizonte

ANC – Alvorada

ANC – Lírios do Vale

 

Associação Central Paranaense

ACP – Everest

ACP – Cidade Sorriso

ACP – Gralha Azul

ACP – Monte Alegre

ACP – Maranata

ACP – Metropolitano

ACP – Halliwell

ACP – Chagas Lima

ACP – Estrela do Campo

ACP – Piemonte

ACP – Águia do Senhor

ACP – Novo Amanhã

ACP – Luminares do Sul

ACP – Pérola do Oeste

ACP – Nova Jerusalém

ACP – Vila Velha

ACP – Vale do Éden 

 

Associação Norte Paranaense

 

ANP – Vale do Ivaí

ANP – Pioneiros do Paraná

ANP – Cidade Canção

ANP – Luther Warren

ANP – Colina do Norte

ANP – Sentinelas do Ivaí

ANP – Harry Fenner

ANP – Eldorado

ANP – Alvorada

 

Associação Oeste Paranaense

AOP – Bandeirantes

AOP – Pioneiros do Oeste

AOP – Luzeiros do Oeste

AOP – Três Fronteiras

AOP – Estrela do Oeste

AOP – Órion

AOP – Garimpeiros do Saber

AOP – Pioneiros do Sudoeste

 

Associação Sul Paranaense

ASP – Leo Ranzolin

ASP – Estrela do Mar

ASP – Luzeiros do Sul

ASP – Arco Íris

ASP – Sol das Araucárias

ASP – Vida Jovem

ASP – Luz das Américas

ASP – Arautos do Iguaçu

ASP – Rio Mafra

ASP – Guará

ASP – Diamante Real

ASP – Alvorada

Associação Sul Riograndense

ASR – Minuano

ASR – Condor

ASR – Órion

ASR – Pioneiros do Sul

ASR – Tarumã

ASR – Estrelas do Sul

ASR – Calebe

 

Associação Central Sul Riograndense

ACSR – Missioneiro

ACSR – Três Fronteiras

ACSR – João Zielak

ACSR – Águia

ACSR – Duque de Caxias

ACSR – Sementes de Girassol

ACSR – Pindorama

ACSR – Sentinelas da Fronteira

ACSR – Sentinelas do Ibirapuitã

ACSR – Master

ACSR – Colmeia

ACSR – Leões de Judá

ACSR – Tribo de Israel

ACSR – Estrela D’Alva

ACSR – Jasc

ACSR – Renascer

ACSR – Faisão Dourado

ACSR – Imigrante

ACSR – Masae

 

Associação Norte Sul Riograndense

ANSR – Pioneiros do Vale

ANSR – Everest

ANSR – Bandeirantes

ANSR – Cruzeiro do Sul

ANSR – Albatroz

ANSR – Antares

ANSR – Rocha dos Séculos

ANSR – Sentinelas do Planalto

ANSR – Orient

ANSR – Oásis do Sul

ANSR – América do Sul

ANSR – Vega

ANSR – Sentinelas do Vale

ANSR – Voluntários do Rei

ANSR – Farol

ANSR – Estrela do Oriente

ANSR – Gibraltar

ANSR – Valdenses

ANSR – Mensageiros do Vale

ANSR – Caramuru

ANSR – Gramado da Serra





segunda-feira, 7 de agosto de 2023

A Bússola

 

A Bússola


Olá Amigo Desbravador e Líder

Pensando em ajudar a você aprender o Desbravadores é Aqui foi atrás de materiais para que você pudesse aprender sobre diversos assuntos a respeito do uso da Bússola.

Aqui você irá aprender o que é uma Bússola, como usar uma Bússola e o que é um Mapa Topográfico e como usar uma Bússola com um Mapa.

Bússola

Bússola é uma ferramenta cartográfica e um importante instrumento de orientação criado pelos chineses para facilitar a localização e a movimentação pelo espaço terrestre.

A bússola é um instrumento de orientação, criado pelos chineses e aperfeiçoado por povos diversos, que permite a localização de qualquer direção no espaço geográfico. Ela possibilita a realização de deslocamentos diversos por meio da identificação dos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. O seu funcionamento está baseado no campo magnético terrestre, uma vez que a bússola conta com uma seta imantada, que aponta para a direção norte do planeta. A história da bússola é muito antiga e reflete a importância desse instrumento no desenvolvimento da humanidade.


Clique nos Links abaixo 

e conheça cada assunto:


Leia todos os artigos desta Série:

Parte 1: Orientação de Bússola e Mapa

Parte 2: Orientação de Bússola e Mapa

Parte 3: Orientação de Bússola e Mapa

Parte 4: Orientação de Bússola e Mapa


Aprenda a Usar a Bússola

A bússola é um instrumento usado para orientação. Atualmente, existe uma grande variedade de formatos e tamanhos de bússola para atender às mais diversas necessidades. As que são usadas em navios e em aeronaves, por exemplo, são complexos aparelhos mecânicos ou eletrônicos capazes de compensar o movimento e a estrutura metálica da embarcação.

As bússolas de bolso, de menor precisão, são mais usadas por excursionistas e adeptos das trilhas ecológicas. Elas consistem, em geral, em uma agulha magnetizada, que flutua dentro de uma caixinha transparente, e tem uma das extremidades pintada de vermelho que aponta sempre para o “Norte”. Isso ocorre porque a bússola funciona como um ímã que se orienta segundo o campo magnético da Terra.

Em caminhadas, a bússola mais usada é a transferidora (do tipo Silva), leve e precisa o suficiente para orientação e navegação básicas. Este modelo é ideal para ser usado com mapas, porque combina bússola, régua e transferidor num único instrumento, evitando que eles sejam carregados separadamente como era feito antigamente.

Atenção: Uma bússola com bolhas de ar é uma bússola defeituosa!

Usando a Bússola sem um Mapa

Antes de qualquer coisa, você precisa saber que as instruções aqui apresentadas são apenas para você começar a aprender a usar uma bússola. Então, comece treinando em um local fácil, como um parque ou um lugar perto da sua casa. Não se aventure na mata fechada, porque sem experiência há grandes chances de você ficar perdido! 

Agora, vamos às instruções. Em primeiro lugar, nunca use a bússola dentro de carro, perto de objetos metálicos ou circuitos elétricos, pois eles interferem na sua medição.

Segurando a bússola na horizontal, aponte a seta de direção, a linha-de-fé, para o lugar onde você deseja ir – vamos imaginar que seja uma montanha. Gire o anel graduado até que a seta do mostrador, a seta-guia, esteja alinhada com a parte vermelha da agulha magnética. Anote o valor do azimute, que é o ângulo que aparece ao pé da linha-de-fé. Mantendo a bússola na horizontal, e a agulha magnética coincidente com o norte do mostrador, avance na direção indicada pela linha-de-fé.

Para regressar, é só manter o mesmo valor do azimute, aquele que você anotou na ida. Depois, apontar a linha-de-fé para você mesmo, e girar o seu corpo até que a parte vermelha da agulha fique alinhada novamente com a seta-guia. Aí, é só caminhar na direção oposta a indicada pela linha-de-fé.

Bom, mas tudo isso funciona muito bem na teoria. Na prática, você pode ter que se desviar do caminho indicado pela bússola por conta de algum obstáculo. Por exemplo: suponha que você se desviou 100 metros do caminho indicado. Se continuar seguindo o valor do azimute, passará a 100 metros da montanha. É por isso que muita gente se perde ao usar a bússola!

Mas, em geral, este aparelho também não é usado sozinho. Um mapa é fundamental e, muitas vezes, sem ele a bússola torna-se realmente inútil...

Usando a Bússola com um Mapa

Usar a bússola para percorrer pequenas distâncias (até 300 metros) é muito simples. A primeira coisa que você precisa fazer é colocar o mapa numa superfície plana e horizontal. Depois, identifique no mapa a sua posição atual e o ponto onde quer chegar. Use a borda lateral da bússola para unir estes dois pontos, sendo que a seta de direção da bússola (linha-de-fé) deve estar voltada para o ponto de destino.

Então, gire o anel graduado até que as linhas do mostrador da bússola estejam paralelas às linhas verticais do mapa. Mas preste atenção porque a seta-guia deve estar apontando para o Norte indicado pelo mapa (topo do mapa). Anote o ângulo que está ao pé da linha-de-fé – este é o seu azimute. Agora, gire a bússola até que a parte vermelha da agulha esteja coincidente com a seta-guia. A partir daí a seta de direção da bússola estará indicando o seu destino.

Para saber a distância entre o seu ponto de partida e o de destino, utilize a régua da bússola. Baseado na escala do mapa, você pode fazer a conversão da distância medida em centímetros para metros. Numa escala de 1:10.000, por exemplo, cada centímetro indicado pela régua corresponde a 10.000 centímetros percorridos no terreno, ou seja, 100 metros.

Antes de seguir para o seu destino, procure saber também se existem obstáculos no caminho, e localize no mapa outros pontos de referência que possam ajudá-lo em caso de você precisar desviar da direção indicada pela bússola. Faça a leitura de azimutes destes pontos.

Em grandes distâncias

Ao usar a bússola para percorrer grandes distâncias é preciso levar em consideração um desvio provocado por um fenômeno chamado declinação magnética. A declinação é a diferença entre a localização do Norte Geográfico, que é usado como referência nos mapas, e o Norte indicado pela bússola.

Cada local possui um valor de declinação, que varia anualmente, e pode ser consultado nos mapas ou em sites específicos na Internet.

Longitude é a medida em graus de qualquer ponto da superfície terrestre até o Meridiano de Greenwich, uma linha geográfica imaginária que divide o globo terrestre em oriente e ocidente.
Latitude é a medida em graus de qualquer ponto da superfície terrestre até a Linha do Equador, uma linha geográfica imaginária que está situada em igual distância dos polos, e divide a Terra ao meio, em hemisfério norte e sul.

Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, a declinação atual é 21° Oeste. Isto quer dizer que você deve somar 21° ao valor do azimute lido no mapa para ter uma orientação precisa. Para isso, é só girar o anel graduado para a esquerda, no sentido anti-horário. Se a declinação fosse a leste, ao contrário, bastaria diminuir este valor do azimute.

Depois de declinar a bússola, repita o mesmo procedimento descrito nas situações anteriores: gire a bússola até que a parte vermelha da agulha esteja alinhada com a seta-guia, e siga na direção indicada pela linha-de-fé.

Importante


 

Resumo sobre Bússola

·         A bússola é um instrumento de orientação que conta com a presença de uma agulha imantada e um desenho de uma rosa dos ventos.

·         Ela auxilia a orientação pelo espaço geográfico por meio da identificação dos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais.

·         É uma ferramenta importante, uma vez que serve para realizar diferentes deslocamentos pelo espaço, auxiliando no desenvolvimento das atividades humanas.

·         Seu funcionamento é resultante do campo magnético terrestre, que, por meio da sua magnetização, atrai a seta imantada presente nesse instrumento.

·         Sua história passa pela sua importância em diversos acontecimentos da humanidade, como o período das Grandes Navegações.

·         Atualmente, ela vem caindo em desuso devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de localização.

Quais as características da bússola?

O desenho da rosa dos ventos na bússola é importante para orientar os deslocamentos espaciais.

A bússola é um instrumento de localização muito antigo, utilizado para orientar os deslocamentos pelo espaço terrestre por meio da identificação dos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. Para tanto, ela contém uma agulha imantada, que aponta sempre para o norte magnético, permitindo assim a localização dos demais pontos de orientação. Em complemento, ela possui ainda uma rosa dos ventos desenhada na sua base, indicando corretamente as diversas direções e facilitando a leitura dos pontos de referência de localização espacial.

Para que serve a bússola?

A bússola serve prioritariamente para indicar as diferentes localizações no espaço terrestre. Portanto, ela funciona como um recurso de orientação que permite a feitura de diversos deslocamentos espaciais com segurança. Por meio da bússola, torna-se possível traçar rotas, localizar pontos no espaço, orientar deslocamentos, entre outros.

Atualmente, por meio da utilização de recursos tecnológicos mais modernos, a bússola vem tendo o seu uso diminuído. Mesmo assim, ela ainda é um instrumento de orientação de destaque que complementa as informações de recursos mais modernos. Ela é um importante instrumento de localização para utilização em áreas inóspitas, onde a disponibilidade de recursos mais modernos é dificultada.

Funcionamento da Bússola

A bússola funciona conforme a indicação do polo magnético do planeta terra, uma vez que a agulha imantada presente nesse instrumento é atraída pela magnetização terrestre, indicando corretamente a direção norte. Essa agulha, suspensa pelo centro de gravidade, movimenta-se com base nos deslocamentos realizados pelo indivíduo, indicando corretamente as direções terrestres por meio da atração do campo magnético do planeta.

Sendo assim, por meio da movimentação da bússola, o leitor consegue identificar o norte magnético do planeta e, por consequência, as demais direções cardeais, colaterais e subcolaterais. Para tal, a bússola conta com uma rosa dos ventos desenhada na sua base que é uma representação primordial para a correta leitura das suas indicações espaciais. Portanto, o funcionamento da bússola é bastante simples, facilitando a rápida leitura e o entendimento das direções no espaço geográfico.

O funcionamento da bússola permite a orientação no espaço geográfico.

História da Bússola

A história da bússola está atrelada à necessidade dos seres humanos em deslocar-se pelo espaço. Esse instrumento de localização foi criado pelos chineses e modificado por diversos povos. O uso em larga escala da bússola foi empreendido no período das Grandes Navegações, em especial pelos europeus, que se baseavam nesse instrumento para realizar viagens marítimas a fim de novas possessões coloniais.

Posteriormente, as bússolas foram aperfeiçoadas com o incremento de novas tecnologias de localização e orientação. Na atualidade, a bússola conta com vários aparatos tecnológicos e outros instrumentos de apoio, mas, mesmo assim, vem sendo comumente substituída por ferramentas de localização mais modernas.

 






domingo, 6 de agosto de 2023

Campori da Associação Leste Mato Grossense - ALM


Campori da Associação Leste Mato Grossense - ALM

 

 




I Campori da Associação Leste Mato-Grossense
Tema: Todo Mundo
Local: Água Boa - MT
Data: 02 a 06 de Novembro de 2022
Departamental: Pastor Rodrigo Assi 











domingo, 30 de julho de 2023

Pastor João Wolff

 

Pastor João Wolff



O Pastor João Wolf nasceu em 12 de Junho de 1930, na Cidade de Santo Antonio da Patrulha - RS

O Pastor João Wolf atuou em várias instâncias administrativas da organização adventista, tendo começado sua carreira ministerial na década de 1950 como pastor da Igreja Central de Porto Alegre. Nessa época, também foi auxiliar de contabilidade na Associação Sul-Rio-Grandense. Pouco tempo depois, aceitou o desafio de liderar o departamento de Educação e o Ministério Jovem na Associação Sul-Rio-Grandense.

Sua trajetória intercalou a liderança de Departamentos e a Presidência de Escritórios Administrativos da Instituição Adventista. Depois de dirigir a então Missão Catarinense, o Pastor João Wolff aceitou ser o Departamental de Jovens da antiga União Sul Brasileira (cujo território se estendia até Mato Grosso). Mais tarde foi eleito presidente da União Norte Brasileira e da própria União Sul Brasileira.

Seu legado se ampliou ainda mais ao ser nomeado como o 11º Presidente da Divisão Sul Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia, onde ocupou a função por 15 anos: de 1980 a 1995. Foi o presidente que permaneceu mais tempo no cargo. Confirmando a tendência de líderes nacionais a frente da Igreja no Continente. O Pastor Wolff foi quem substituiu o Pastor Enoch de Oliveira, considerado o primeiro presidente nativo da Divisão Sul Americana (DSA).

Dentre suas marcas de gestão, o Pastor Wolff destacou-se pela implementação dos chamados “Planos Quinquenais” de ação, adotados como programa de trabalho para toda a Divisão. Concentrada na semeadura, colheita e conservação de membros, a iniciativa buscava levar as igrejas de todo o território a um estado de evangelização permanente.

Entre as marcas de sua administração também pode ser citado o “Projeto Pioneiro”, cujo intuito era incentivar a participação dos membros na abertura da novas igrejas por meio das Classes de Escola Sabatina. Além de campanhas de distribuição de folhetos, como “Jesus em Breve Voltará”, que alcançou quase dez milhões de exemplares distribuídos e “Ele é a Saída”, com tiragem de 14 milhões de exemplares distribuídos. Só o Pastor João Wolff entregou mais de 700 mil exemplares do folheto impresso “Ele é a Saída”, por onde ele andava ele distribuía esse folheto, chamados por alguns como o Pastor dos folhetos. Ele diziam que influenciou mais pelos folhetos do que pelos Sermões. O hábito de distribuir literatura foi algo que ele manteve ao longo de toda a sua vida.

Era um apaixonado pela literatura Adventista e deu muita ênfase na impressão e distribuição do livro “Caminho a Cristo”, “O Grande Conflito” e “Os Campeões são Vegetarianos”.

Dentre de mais um afazer ele presidiu a Comissão Diretiva da Casa Publicadora Brasileira – CPB por mais de uma década, contribuindo para a expansão da área de publicações.

O Pastor João Wolff foi um Pastor e homem dedicado à Igreja e que sempre teve uma forte visão missionária. Ele foi uma inspiração, era muito humano e respeitoso e sempre foi simples e humilde no trato com as pessoas.

Além desse grande legado o Pastor João Wolff teve como esposa a Sra.  Edy Wolff com quem teve as filhas Marisa e Denise e graças a isso teve 4 netos: Malton, Karin, Stefan e Bruno e 2 Bisnetos Miguel e Maitê.

O Pastor João Wolf faleceu em 11 de Junho de 2023, as véspera de completar 93 anos de idade, numa tarde de domingo em Curitiba – SP, onde residia. Vítima de falência, múltipla de órgãos. Porém seu trabalho jamais será esquecido por todos os que o conheceram e sua visão missionária abençoou tanto a Igreja Adventista no Brasil quanto em nosso Continente.